quarta-feira, 17 de novembro de 2010

We're all pretty bizarre. Some of us are just better at hiding it, that's all.

Ao procurarmos por algo, caminhamos sempre com uma ideia bem definida do que queremos, pois é isso que define a procura. Se o tivermos perdido, sabemos exactamente o que é. Se nunca o tivermos tido, também o sabemos pois já o idealizamos mil vezes. Seja como for, o acto de procurar pressupõe sempre o conhecimento daquilo que se quer. Quando paramos a busca pois pensamos ter encontrado aquilo que se estávamos a procurar, é impossível não nos sentirmos decepcionados. Não há nada que se encontre que consiga equiparar-se ao que se idealizou mil vezes durante a procura. O simples acto de procurar, diminui por completo o que acabamos por encontrar.

Em vez de caminhar, procurando pela reprodução física do ideal formado, prefiro deambular sem segundas intenções. Caminhar por caminhar, e colher o que me aparecer pelo caminho...


Sometimes I wondered if I was seeing the same things through my eyes that the rest of the world was seeing through theirs. Maybe there was a glitch in my brain!

1 comentário:

  1. Um dos maiores erros humanos é mesmo esse: o de idealizar relações, antecipar coisas... quando as coisas acontecem de forma natural, sem segundas intenções, sabe muito melhor colher as coisas e sabe melhor ainda saber que são naturais e não forçadas.

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